DIA MUNDIAL DE COMBATE À AIDS

Hoje, 1° de dezembro, é celebrado o Dia Mundial de Combate à AIDS. A data visa simbolizar a luta contra a doença que aterroriza a humanidade há mais de 30 anos e procura incentivar o mundo a colaborar com o seu combate. Para conscientizar ainda mais o Ministério da Saúde, em cooperação com a UNESCO, lançou um livro narrando a história da doença no país, desde o seu desconhecimento nos anos 80 até as estratégias avançadas para o controle da epidemia. O lançamento de “Histórias da AIDS no Brasil: 1983 – 2003” aconteceu nesta quinta-feira (19) durante o 10º Congresso de HIV/Aids e o 3º Congresso de Hepatites Virais, em João Pessoa, trazendo um abrangente relato sobre a construção das políticas públicas brasileiras em resposta à doença.

A publicação conta com dois volumes, de autoria da cientista social Lindinalva Laurindo Teodorescu e do médico sanitarista Paulo Roberto Teixeira. Cada volume trata de um lado diferente da mesma história: o primeiro tem como subtítulo “As respostas governamentais à epidemia de aids”; o segundo, “A sociedade civil se organiza pela luta contra a aids”.

No mesmo dia, a representante de projetos do Setor de Educação da UNESCO no Brasil, Mariana Braga, apresentou os principais resultados de um estudo que deu origem ao relatório “A mídia brasileira enfocando os jovens como atores centrais na prevenção de DST/Aids e hepatites virais”. O relatório visa a incentivar a reflexão sobre o papel da mídia na prevenção dessas doenças a partir do olhar dos jovens e a reflexão dos próprios jornalistas sobre o seu trabalho. Ele foi lançado pelo Ministério da Saúde, com a cooperação da UNESCO, no ano passado.

Braga falou ainda sobre um novo curso de educação, sexualidade e relações de gênero destinado a jovens, em formato de educação à distância (EAD). Promovido em parceria com o Ministério da Saúde e o Serpro, o curso já foi ministrado a profissionais de educação e saúde. A apresentação ocorreu no estande da ONU.

Durante outra apresentação, a representante da UNESCO apresentou o projeto que resultou em quatro cartilhas de prevenção a DST, Aids e hepatites virais para indígenas do Vale do Javari, na Amazônia. O projeto contemplou os povos marubo, matis, mayoruna (matsés) e kanamari. Elaborados após oficinas de saúde com os indígenas, os textos foram escritos originalmente na respectiva língua de cada povo e só depois traduzidos para o português. O projeto é resultado de parceria da UNESCO no Brasil com o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), o Ministério da Saúde e a Fundação Nacional do Índio (Funai).

Da Redação (Com informações do Ministério da Saúde)

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