Municípios alegam que todos têm de seguir regra comum

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), criticou nesta quarta-feira (5) a proposta que está em discussão de deixar estados e municípios fora da reforma da Previdência, que será votada no Congresso. Em evento em que acompanhou testes de ecobarcos na Usina da Traição, na capital paulista, o tucano disse que essa possibilidade é “mesquinha” e “eleitoral”.

Se os servidores estaduais permanecerem na reforma, conforme prevê a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) enviada pelo governo Jair Bolsonaro (PSL) ao Congresso, as mudanças previstas no texto valerão automaticamente para eles. Do contrário, as assembleias legislativas de cada estado terão de aprovar leis específicas para os sistemas de previdência estaduais.

O governador disse ainda que prefeitos de cidades do Sul e do Sudeste do país se reuniram em Gramado, no Rio Grande do Sul, há duas semanas, manifestando apoio à reforma que incluísse todos os entes da União.

“Portanto, nós refutamos enfaticamente qualquer medida, seja de ordem parlamentar, seja de ordem do executivo, que queira destacar, separar estados e municípios da reforma da previdência”, disse Doria.

G1

 

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