Progressistas: estratégias para eleições municipais de 2020

O PDT terá candidatos próprios nas principais capitais e cidades com mais de 200 mil habitantes em 2020. Foi o que o Diretório Nacional do partido decidiu nesta sexta-feira (22),  reunido no Rio de Janeiro. O encontro, realizado na sede da Fundação Leonel Brizola, no Centro do Rio, também serviu para discutir a situação dos deputados federais que votaram contra decisão partidária na Reforma da Previdência.

Abrindo a reunião, o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, relatou os encontros que vem mantendo com lideranças progressistas. Essa semana, Lupi e Carlos Siqueira, presidente do PSB, se reuniram e iniciaram processo de união entre as legendas já nas eleições de 2020.

“Estou conversando com as forças progressistas do país para construir uma aliança de centro esquerda, já para as eleições municipais, mas acima de tudo iniciar as conversas em torno das eleições de 2022”, afirmou Lupi.

Também entrou em pauta, na reunião, a situação dos deputados federais que votaram contra o orientação partidária na Reforma da Previdência. Oito deputados tiveram suas filiações partidárias suspensas por 90 dias. Destes, quatro entraram na Justiça pedindo desfiliação. São eles: Marlon Santos (RS), Tabata Amaral (SP), Flávio Nogueira (PI), Gil Cutrim (MA).

Para estes casos, o Diretório decidiu que seus processos na Comissão de Ética estão suspensos até que a Justiça decida sobre suas desfiliações. Para os demais deputados, seus processos internos foram extintos,  uma vez que a suspensão de 90 dias já foi cumprida. São eles: Alex Santana (BA), Jesus Sérgio (AC), Silvia Cristina (RO) e Subtenente Gonzaga (MG).

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