Realidade das Escolas Brasileiras

Uma das grandes dificuldades apontadas por milhares de dirigentes municipais de Educação é frente manter a qualidade na infraestrutura física das unidades escolares.

Como proporcionar um melhor ensino adequando um currículo diferenciado e personalizado se o espaço físico está comprometido e deteriorando. A manutenção nestes prédios exige financiamento federal, estadual e municipal para manter e zelar pelo patrimônio possibilitando padrões mínimos de qualidade para receber e atender nossos alunos.

Ainda que sua importância não esteja mensurada quantativamente, a qualidade do ambiente afeta o bem-estar de alunos e professores, interferindo na aprendizagem e na atividade de docência. Quando o espaço físico não recebe melhoramentos proporcionais aos recursos destinados, há indicativos de deficiência na gestão e de discurso apenas simbólico sobre a importância da educação, justificando a interferência do Poder Judiciário, seja para compelir ao cumprimento dos ditames constitucionais, seja para responsabilizar, inclusive sob o âmbito de improbidade administrativa, pela oferta irregular de ensino.

A demanda crescente de oferta implica e necessita de melhoramentos contínuos manutenção de capital e custeio para adequar qualidade x quantidade.

As demandas crescem no uso diário e sua conservação é necessária.

Precisamos de maiores investimentos em Educação e valorização a nossos docentes e profissionais de apoio que integram e investem tanto em seus alunos.

A Educação não se faz sozinha. Educar não é gasto mas investimento.

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