Cidades reforça compromisso com metas do saneamento

Crédito: O Ministério das Cidades segue focado no compromisso de universalizar os serviços de água e esgoto. Foto: Marcelo Camará/MCid.

O ministro Vladimir Lima se reuniu com a diretora-presidente da ABCON SINDCON para debater o cenário do setor e a importância da união entre o setor público e privado para alcançar as metas de universalização

O ministro das Cidades, Vladimir Lima, recebeu, nesta segunda-feira (27/4), em Brasília, a diretora-presidente da Associação e Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (ABCON SINDCON), Christianne Dias, para tratar sobre temas relacionados ao saneamento básico brasileiro. O encontro reforçou a união do setor público e privado para concentrar investimento e esforços rumo às metas de universalização dos serviços de água e esgoto até 2033, conforme previsto no Marco Legal do Saneamento.

“Temos uma importante meta de universalização de água e esgoto, então essas discussões fazem parte de algo maior, que é continuar investindo em saneamento básico e melhorando a saúde das pessoas. Nós temos mais de R$ 60 bilhões investidos em saneamento pelo Novo PAC e sabemos que a universalização não virá apenas com recursos públicos, precisamos de equilíbrio com os recursos privados para que a gente possa cada vez mais estar melhorando a vida das pessoas”, ressaltou o ministro.

Atualizado em 2020, o Marco Legal do Saneamento Básico traçou como objetivo ter 99% da população brasileira com acesso a serviços de abastecimento de água e 90% com esgotamento sanitário até o fim de 2033. Atualmente, de acordo com o Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (Sinisa), cuja coleta de informações mais recente foi feita no ano passado e se refere a dados de 2024, o índice de abastecimento de água está em 84,14%, enquanto o de esgoto 62,3%, ambos com crescimento em relação a 2023.

“Novos projetos estão sendo construídos e queremos focar rumo à universalização, pensando em maneiras para incentivar que ela aconteça da forma mais rápida possível. O setor do saneamento demanda um federalismo cooperativo, então temos que ter união e um olhar macro. Isso é extremamente importante para que o serviço saia do papel e consiga ampliar a rede, afinal de contas, são precisos investimentos que nem o setor privado e nem o público conseguem sozinhos. É preciso união e estamos vendo isso por meio da materialização de PPPs exitosas”, acrescentou a diretora-presidente da ABCON SINDCON.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a cada R$ 1 gasto em saneamento, economiza-se R$ 4 em saúde pública. A carteira de investimentos do Ministério das Cidades em saneamento básico soma R$ 60,6 bilhões para abastecimento de água, esgotamento sanitário, gestão de resíduos sólidos e drenagem urbana, além de mais de R$ 30 bilhões em debêntures incentivadas.

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Fonte: Ministério das Cidades

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