Levantamento de fim de ano aponta prioridade absoluta na folha de pagamento, mas acúmulo de compromissos financeiros exige cautela para não comprometer o orçamento de 2026.
Corrida contra o tempo: gestores formalizam repasses federais do Novo PAC para obras de encostas e macro-drenagem, visando blindar áreas de risco antes do auge do verão 2026.
Com aumento real confirmado, novo piso nacional pressiona contas das prefeituras já em janeiro; gestores devem recalcular impacto na Lei de Responsabilidade Fiscal e na previdência municipal.
O Ministério da Saúde inicia a distribuição massiva de equipamentos para Unidades Básicas de Saúde, apostando na tecnologia para levar médicos especialistas aos rincões do país e desafogar o sistema municipal.
Gestores intensificam a substituição do parque de iluminação pública por tecnologia LED, transformando a eficiência energética em alívio imediato para o orçamento e em segurança real para a população.
A gestão regionalizada de resíduos sólidos se torna obrigatória para pequenos municípios cumprirem o Marco do Saneamento, reduzindo custos operacionais e garantindo segurança jurídica e ambiental.
Prefeituras apostam em carnês via WhatsApp, Apps e descontos progressivos para garantir o caixa no início do ano, economizando milhões com impressão e facilitando a vida do contribuinte.
Ministério da Saúde libera repasses extras antes do pico epidêmico, permitindo que prefeituras invistam agora em tecnologia, contratação de agentes e limpeza urbana para evitar o colapso das UPAs no verão.
Programa estadual expande a digitalização e a gestão ágil, eliminando a burocracia do papel e aproximando o cidadão dos serviços públicos com eficiência e transparência em todo o território mineiro.