A capital mineira inova ao integrar videomonitoramento de alta definição com Inteligência Artificial, elevando a capacidade de resposta da Guarda Municipal e redefinindo o conceito de segurança cidadã preventiva.
A Prefeitura de Campinas transforma a atração de empresas em um esforço de gestão compartilhada, utilizando seu Conselho de Desenvolvimento Econômico como principal ferramenta para desburocratizar e planejar o futuro da região.
Em resposta ao desafio do Governo Digital, municípios investem em políticas ativas de inclusão, criando telecentros e capacitação gratuita para garantir que nenhum cidadão fique para trás na nova era dos serviços públicos.
Tribunais de Contas elevam a régua na fiscalização do Planejamento Plurianual e da Lei de Diretrizes Orçamentárias. Prefeitos devem garantir metas fiscais realistas, transparência e alinhamento com a legislação para evitar a rejeição de contas.
Em um movimento que busca ir além do marketing, prefeituras brasileiras adotam a norma internacional ISO 37120. O objetivo é usar dados globais para medir o que realmente importa: a qualidade de vida, o bem-estar e a sustentabilidade no dia a dia do cidadão.
A Prefeitura de Salvador transforma a Regularização Fundiária (Reurb) em uma política de Estado, utilizando drones e sistemas de georreferenciamento para garantir a segurança jurídica da moradia e promover a integração social de milhares de famílias.
Com o aumento da Complementação da União, os TCEs e TCU elevam o rigor na fiscalização do FUNDEB, exigindo que prefeitos e secretários comprovem a aplicação correta da regra dos 70% e o investimento em qualidade de ensino.
Encontro Nacional de Prefeitos debate a essência da Lei da Liberdade Econômica e conclui: o sucesso da política depende da coragem do gestor local em simplificar alvarás, dispensar licenças e garantir a presunção de boa-fé.
O sucesso da capital mineira na digitalização de alvarás de construção é um marco na gestão urbana, reduzindo o tempo de aprovação de meses para dias e mostrando a prefeitos como destravar investimentos com tecnologia e transparência.
Quase 99% dos municípios mineiros aderem ao ICMS Patrimônio Cultural em 2025, provando que o investimento em tombamento, inventário e educação patrimonial é a estratégia mais inteligente para turbinar as receitas locais.